Indios, viola e dança típica

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Indios, viola e dança típica trazem o Centro-Oeste do Brasil ao RMC

 

Fonte:RMC

Fotos:Marlei Zimmermann /JM Coelho/RMC

Indios, viola e dança típica

Indios, viola e dança típica no RMC /Foto: MarleiZimmermann

A beleza da natureza e as potencialidades econômicas dos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul foram apresentadas neste sábado (13/08) aos jornalistas no Rio Media Center (RMC). Ao som da boa música do Centro-Oeste do país, acompanhada por quitutes e bebidas características da região, não faltaram a dança típica e nem mesmo dois índios locais, que atraíram a atenção dos jornalistas estrangeiros.

Os credenciados no RMC também puderam observar com o artesão Alcides Viola como se faz a viola de cocho, típica de Mato Grosso.  Ele faz parte da quarta geração de uma família de artesãos do estado que mantém a tradição de construir o instrumento, tocado nas festas pantaneiras, religiosas e por grupos de danças folclóricas. Um deles, o Flor Ribeirinha, que há 23 anos ajuda a manter viva a cultura do Pantanal,  trouxe para o Rio Media Center o colorido das roupas e a animação dos dançarinos e violeiros.

Para o subsecretário estadual de Turismo de Mato Grosso, Luis Carlos Nigro, a festa promovida no RMC por ocasião dos Jogos Olímpicos é uma oportunidade de divulgar o estado e atrair novos visitantes. A secretaria está investindo mais de R$ 200 milhões em obras de infraestrutura e melhoria das estradas: “Uma das nossas prioridades é o turismo, porque é um setor que gera emprego, distribui renda e envolve de forma rápida as comunidades pequenas, até  mesmo as que vivem isoladas”.

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2016.08.13-Brunch- índios Foto:JM Coelho/RMC

Com seus trajes de festa, o cacique Rony e o líder Adilson, da Aldeia Wazari,  de Campo Novo de Parecis, município a 500 quilômetros da capital de Mato Grosso, Cuiabá, encantaram os jornalistas.  Eles vieram divulgar o roteiro étnico, criado há um ano e meio, com o objetivo de levar visitantes às duas aldeias em Campo Novo de Parecis. No ano passado elas receberam aproximadamente 300 turistas, a maioria estrangeiros. “Esta oportunidade é única para dar visibilidade aos estados e ao turismo étnico “, frisou o cacique Rony.

A jornalista  Xin Li, diretora de uma rádio chinesa, estava fascinada com o colorido e a música dos índios:”É muito especial, muito bonito ver esta roupa e ouvir a música deles”. A integração entre os continentes pôde ser vista também graças a um trio musical inusitado e improvisado, formado pelos dois índios e a jornalista Pin Sun, de Xangai, na China. “Eu amo a música deles, é muito alegre. Não sabia nada da letra, mas o som me atraiu muito”, brincou Pin Sun.

Para o secretário de Cultura, Turismo, Empreendedorismo e Inovação de Mato Grosso do Sul,  Renato Roscoe, momentos como este ajudam a despertar o interesse de investidores não só para o turismo, mas para parcerias comerciais no agronegócio: “Sabemos que os jornalistas são multiplicadores e eles podem ajudar a divulgar os estados, não só como polos turísticos, mas também como locais com oportunidades de negócios”.

Ao som da viola, foi oferecida aos jornalistas uma degustação de  comidas típicas da região, como paçoca de carne de sol, caldo de piranha, linguiça de Maracaju, arroz carreteiro e doce de leite de tacho. Entre os dias 22 e 30 de agosto haverá uma viagem para os jornalistas credenciados no RMC ao Mato Grosso do Sul. É necessário agendar a participação, pois as vagas são limitadas. Veja aqui a programação das press trips.

 

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Written by Fotos e Festas

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